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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Apagou.

Eu fiz tanto por ti, tanto. E você simplesmente não deu valor.
Eu te abraçava, você me empurrava, e, quando eu caía, me chutava, me humilhava.
Mas eu não via, nem sentia, eu era louco por você.
E eu te amava, muito mesmo.
Quer uma proporção? Imagine o oceano e toda aquela sua dimensão. Pois é, era muito maior, meu sentimento
por ti.
E eu te queria, te desejava, pra sempre com você eu queria estar.
Mas você se fazia frio. Sua brutalidade me machucava muito.
E com aquele seu 'clima', a chama que existia dentro de mim foi se apagando, apagando, apagando... até que se apagou por completo.
Apagou!
Hoje consigo ver tudo que eu fiz por ti, que foi em vão.
Pude ver que você não sentia nada por mim, só mentia. Mentia e me iludia.
Mas hoje, felizmente, eu consegui me libertar de você, estou livre!
Já você, vejo que ainda continua preso nesse seu mundo falso, frio e medíocre.


(Lucas de Oliveira Rodrigues)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Onde está?

Há tempos eu procuro pela pessoa ideal. Saio por aí, mundo afora, com a expectativa de encontrar a 'pessoa certa', e nada. Caramba, pensei que fosse fácil, mas é bem difícil.
Difícil, porque estamos vivendo num mundo em que a beleza exterior está sendo bem mais valorizada, por muitos. Difícil, porque a onda agora não é mais a do sentimento, a onda é do "pega e não se apega", onde quem "pega" mais pessoas, é o vencedor. E elas fazem isso com orgulho, acham que aquilo é bonito. Deixam coraçõs partidos, feridos, acabados, pelo caminho, e não voltam pra ajudar quem caiu, apenas seguem o caminho.
Cadê? Cadê aquele mundo dos sentimentos, do amor, da harmonia? Sumiu.
Isso é triste, muito triste. Acho que todos têm saudades daqueles velhos tempos de amor.
Volte, volte, volte, amor!


(Lucas de Oliveira Rodrigues)