Sabe, tem aqueles dias, aqueles momentos, em que a gente está super 'pra baixo' (acho que todo mundo ja teve algum momento assim). E nada faz sentido, e nada tem graça, e nada nos anima, nem nos entusiasma. Sei lá, são tantas coisas que acontecem ao nosso redor. Decepções, desamores, desilusões, verdades, mentiras... Acho que cria uma espécia de 'massa' na nossa cabeça (e no nosso coração), fazendo com que a gente não acredite na beleza de mais nada, nem na sinceridade de ninguém, nem no amor de quem diz que te ama. E o pior é que a gente não gosta nenhum pouco desses 'dias', e não fazemos nada, absolutamente nada, para tentar mudar. Mas eu entendo. É como se fosse um medo, por saber que aquilo, um dia, irá se repetir, com outras pessoas; Ou então, é até mesmo a 'tristeza', que não nos deixa mudar. É como se a gente realmente gostasse das nossas ilusões, mesmo sabendo que elas são ilusões, e sabendo que aquilo não é verdade, fazemos de um tudo, para acreditar nas mentiras, e ficar, aparentemente, "feliz".
Mas tem uma hora que você não vai mais aguentar. Vai ver cada coisa, que você nunca imaginou, esperou, na vida. Pessoas que você acredita, confia, ama (...) irão te abandonar, te ignorar, nos momentos em que você mais precisar (acho que por isso que é bom, sabermos nos virar sozinhos, sermos independentes). Teus amores? Bom, provavelmente eles irão te decepcionar tanto (calma, isso não é pesimismo, é realismo, mas não acontece com todo mundo, não). E os amigos? Bom, talvez eles só irão lembrar de você, quando você procurá-los, fora isso, você pode morrer, que eles não estão nem aí.
Agora, digo uma coisa. No final, vai ter sempre aquele 'braço', ajudando-te a levantar, ou aquele ombro, que não te deixa cair, sempre te ajudando, te aconselhando (...) Existirá um amor, um amor muito lindo, lindo mesmo, que ama você mais que qualquer pessoa nesse mundo, que demonstra esse amor, sem medo; que te faz feliz, e tudo mais.
Entenderam o que eu quis dizer? É mais ou menos assim: as verdadeiras pessoas, que te amam de verdade, que querem o teu bem, vão estar sempre contigo, não importa o que você fez, não importa suas decisões, elas sempre estarão lá.
"Minhas idéias são inventadas e eu não me responsabilizo por elas" (Clarice Lispector)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Apartamento solitário.
Você me deixou. Com frio, levou consigo aquele nosso cobertor. Deixou-me aqui sozinho, sofrendo, com essa dor. Levou embora todo nosso amor. E eu fico aqui, calado, solitário, vendo TV, naquele nosso grandioso sofá, onde agora só habita um único corpo: o meu.
À tarde, faço aquele chá, o qual tomávamos todos os sias, todas as tardes, dizendo lindas palavras de amor. Ainda teimo em colocar mais de uma xícara na mesa. Ainda não me acostumei com sua partida. E vai ficando, todas as vezes que isso acontece, alguma lágrima que cai do meu rosto, no fundo da louça.
No final da tarde, vou à varanda do apartamento, fazer o programa que eu mais gostava de fazer, todos os dias, com a sua companhia. Sento em uma das duas cadeiras, e começo a apreciar o pôr-do-sol (ou 'sunset', como você gostava de chamar), que agora já não tem mais graça. E fica rondando por aqui um silêncio perturbador, o qual passou a vir, desde o dia em que você resolveu partir.
Começo a chorar. Chorar enlouquecidamente, desesperadamente, com saudade de você e dos nossos lindos momentos. Choro, por tudo que se foi, e não mais voltará. Não mais, nunca mais. E quando penso nisso mais aumenta, mais aperta, a dor que há em meu peito.
Saio dali e vou correndo para o nosso quarto, deitar e despejar minhas lágrimas na nossa cama, que agora é só minha, e eu tenho que aceitar, mesmo odiando o vazio que existe nela, nas madrugadas que se seguem. Mas eu tenho que me acostumar, eu tento me acostumar.
Depois de tantas lágrimas derramadas, após todo aquele sofrimento imaginável, que faz arder meu coração, eu acabo por adormecer.
Acordo, vejo que a luz do abajur está acesa. Fico inquieto, pensando que você voltou. Abro as cortinas e reparo que já amanheceu. Corro pra cozinha, pros quartos, pra sala (...), não te encontro. Sento no sofá, chorando, e vejo que tudo aquilo, infelizmente, não era um sonho.
À tarde, faço aquele chá, o qual tomávamos todos os sias, todas as tardes, dizendo lindas palavras de amor. Ainda teimo em colocar mais de uma xícara na mesa. Ainda não me acostumei com sua partida. E vai ficando, todas as vezes que isso acontece, alguma lágrima que cai do meu rosto, no fundo da louça.
No final da tarde, vou à varanda do apartamento, fazer o programa que eu mais gostava de fazer, todos os dias, com a sua companhia. Sento em uma das duas cadeiras, e começo a apreciar o pôr-do-sol (ou 'sunset', como você gostava de chamar), que agora já não tem mais graça. E fica rondando por aqui um silêncio perturbador, o qual passou a vir, desde o dia em que você resolveu partir.
Começo a chorar. Chorar enlouquecidamente, desesperadamente, com saudade de você e dos nossos lindos momentos. Choro, por tudo que se foi, e não mais voltará. Não mais, nunca mais. E quando penso nisso mais aumenta, mais aperta, a dor que há em meu peito.
Saio dali e vou correndo para o nosso quarto, deitar e despejar minhas lágrimas na nossa cama, que agora é só minha, e eu tenho que aceitar, mesmo odiando o vazio que existe nela, nas madrugadas que se seguem. Mas eu tenho que me acostumar, eu tento me acostumar.
Depois de tantas lágrimas derramadas, após todo aquele sofrimento imaginável, que faz arder meu coração, eu acabo por adormecer.
Acordo, vejo que a luz do abajur está acesa. Fico inquieto, pensando que você voltou. Abro as cortinas e reparo que já amanheceu. Corro pra cozinha, pros quartos, pra sala (...), não te encontro. Sento no sofá, chorando, e vejo que tudo aquilo, infelizmente, não era um sonho.
(Lucas de Oliveira Rodrigues)
Chamada perdida.
Os momentos estavam ótimos. Estava adorando viver tudo aquilo com você. Nossos beijos, abraços, chamadas, conversas (...) Tudo era perfeito!
E agora, não sei o que aconteceu, não foi culpa minha, não foi culpa sua. Mas é como uma ligação (de telefone), na qual nossos corações estão ligados, constantemente. E agora, não sei por qual motivo, a ligação foi interrompida, e nossos corações desconectados.
Já me culpei, perguntei-me o que seria aquilo, não consigo encontrar respostas. Só sei que não consigo mais contato com seu coarção. E fico triste, triste...
Silêncio.
Já tentei mudar, tentei me convencer de várias coisas, mas não obtive sucesso.
Não queria que tudo terminasse assim. Eu, sinceramente, não queria o fim, então, quero te ter presente em minha vida, sempre.
E agora, não sei o que aconteceu, não foi culpa minha, não foi culpa sua. Mas é como uma ligação (de telefone), na qual nossos corações estão ligados, constantemente. E agora, não sei por qual motivo, a ligação foi interrompida, e nossos corações desconectados.
Já me culpei, perguntei-me o que seria aquilo, não consigo encontrar respostas. Só sei que não consigo mais contato com seu coarção. E fico triste, triste...
Silêncio.
Já tentei mudar, tentei me convencer de várias coisas, mas não obtive sucesso.
Não queria que tudo terminasse assim. Eu, sinceramente, não queria o fim, então, quero te ter presente em minha vida, sempre.
(Lucas de Oliveira Rodrigues)
E que esse tempo seja infinito..
E talvez até nem dure muito, nem tudo é "pra sempre". Creio que ao menos este momento podemos guardar. Momento pelo qual há um certa parceria e eu não trocaria o que eu passei a sentir por nada que eu possa vir a sentir. Eu nem sei se a expressão "eu te amo" é tudo o que eu possa dizer. Não sei se expressa tudo o que eu sinto, apesar de ser clichê entre as pessoas,ultimamente, eu não desvalorizo e a uso quando relamente eu necessito ouvi-la.
Talvez, como tudo é imprevisível, a gente perca contato, perca a paciência, perca a confiança, perca a humildade, perca nossa base. Podemos perder a inocência, perder nós mesmo dentro de nossos desejos. Só quero que perca de perder; pense, lembre e relembre de nossos momentos. Aqueles que deu tempo de perceber que temos cada um o nosso valor,deu tempo de dizer "eu te amo" ou então " eu não gosto de você". Mas você poderá dizer que deu tempo; tempo de ter tempo ao menos pra saber que eu não vivo sem você.
Talvez, como tudo é imprevisível, a gente perca contato, perca a paciência, perca a confiança, perca a humildade, perca nossa base. Podemos perder a inocência, perder nós mesmo dentro de nossos desejos. Só quero que perca de perder; pense, lembre e relembre de nossos momentos. Aqueles que deu tempo de perceber que temos cada um o nosso valor,deu tempo de dizer "eu te amo" ou então " eu não gosto de você". Mas você poderá dizer que deu tempo; tempo de ter tempo ao menos pra saber que eu não vivo sem você.
(Fernanda Dantas)
Eu acredito, confio, em ti e no teu amor!
É estranho me ver sem ti;tua felicidade constante,teu olhar profundo como aquele que diz tudo ao dizer nada!é estranho olhar ao meu redor e me ver perdida,abandonada,sem refúgio,sem sentido,sem um guia.tua presença é perceptível com o teu sorriso estampado no rosto,teu jeito meigo e ao mesmo tempo atento com o que pode vir à acontecer comigo.é um companheirismo,uma metade, um destino.até mesmo posso afirmar isso;que não há existência senão uma amizade verdadeira.eu,realmente,neste momento,vejo que não há mais nada que complete ,que não há mais espaço se não o teu.é tão feliz o meu sorriso ao ver o teu, é tão triste a minha lágrima ao ver a tua,estava,estava siim,destinado que um dia,um dia, eu iria te encontrar,iria ter tua palavra amiga, teu companheirismo,teu ombro...iria ter tudo isso!iisso pra mim é tudo o que eu precisava,por que o resto é resto!o resto é tão insignificante que nem eu mesma sei o que seria 'o resto'...e isso tudo foi só pra dizer que eu te amo muiito,e estarei contigo no sempre,mesmo que esse possa não existir,pelo simples fato de que um dia nós não estaremos mais aqui,mas lembrei,assim como lembro de certo 'beco'.<3'meu bebê *-*
(Fernanda Dantas)
sábado, 14 de agosto de 2010
Incertezas amorosas.
Queria poder te dizer tudo que estou sentindo. Meus sentimentos, minhas sensações... Poder te dizer o quanto eu te quero. Queria poder te convidar para fazer parte dos planos que eu fiz, sonhei, os quais você está presente.
Acho que não será possível, você, ao menos, saber de tudo isso. Você tem outros planos, talvez até bem mais interessantes do que os meus. Talvez você nunca saiba que, algum dia, eu cheguei a ter outro tipo de sentimento, além de amizade, por você.
Talvez, talvez... tenho muitas dúvidas, mas a única certeza que tenho, é que eu quero você.
Acho que não será possível, você, ao menos, saber de tudo isso. Você tem outros planos, talvez até bem mais interessantes do que os meus. Talvez você nunca saiba que, algum dia, eu cheguei a ter outro tipo de sentimento, além de amizade, por você.
Talvez, talvez... tenho muitas dúvidas, mas a única certeza que tenho, é que eu quero você.
(Lucas de Oliveira Rodrigues)
Dezessete.
Ainda há tempo, ainda tenho dezessete. Idade boa, muito boa mesmo!
E, antes dos dezessete, disseram-me uma coisa, a qual, hoje eu vejo, que é verdade.
Disseram-me que, em seus dezessete anos, acontece tudo (não tudo, óbvio, mas muita coisa). Tudo o que não aconteceu nas idade anteriores, coisas inesperadas, coisas polêmicas... coisas as quais você deve estar bem preparado para enfrentar (até porque, dezessete anos exige maturidade), irão acontecer (ou não, depende). É nessa idade também que você começa a "se tocar" sobre várias coisas que estão ao seu redor. Vê quem são realmente seus amigos, seus amores, seus amantes...
Muitas vezes se encontra perdido, sem ninguém para lhe ajudar, ou aconselhar. Acho que é o marco inicial sobre a aprendizagem da sua futura independência, e é aquilo que lhe faz amadurecer, também.
Por aqui, aprende-se também a "usar" seus sentimentos na hora certa. Não desperdiçá-los, não utilizá-los em vão, porque, com o tempo, você aprende (e vê) o quão valiosos e únicos eles são.
E é por aqui também que você tem refletir sobre "como será meus dezoito", porque várias coisas na sua vida mudam, quando se tem dezoito, e sabemos disso (por lá, nada mais é moleza, nada mais é de graça, é somente você e Deus).
Enfim, aproveite bastante, pois ainda há tempo, mas aproveite mesmo, porque, se você parar pra pensar, o tempo não pára, nem volta, e, infelizmente, não podemos voltar um mísero segundo atrás.
E, antes dos dezessete, disseram-me uma coisa, a qual, hoje eu vejo, que é verdade.
Disseram-me que, em seus dezessete anos, acontece tudo (não tudo, óbvio, mas muita coisa). Tudo o que não aconteceu nas idade anteriores, coisas inesperadas, coisas polêmicas... coisas as quais você deve estar bem preparado para enfrentar (até porque, dezessete anos exige maturidade), irão acontecer (ou não, depende). É nessa idade também que você começa a "se tocar" sobre várias coisas que estão ao seu redor. Vê quem são realmente seus amigos, seus amores, seus amantes...
Muitas vezes se encontra perdido, sem ninguém para lhe ajudar, ou aconselhar. Acho que é o marco inicial sobre a aprendizagem da sua futura independência, e é aquilo que lhe faz amadurecer, também.
Por aqui, aprende-se também a "usar" seus sentimentos na hora certa. Não desperdiçá-los, não utilizá-los em vão, porque, com o tempo, você aprende (e vê) o quão valiosos e únicos eles são.
E é por aqui também que você tem refletir sobre "como será meus dezoito", porque várias coisas na sua vida mudam, quando se tem dezoito, e sabemos disso (por lá, nada mais é moleza, nada mais é de graça, é somente você e Deus).
Enfim, aproveite bastante, pois ainda há tempo, mas aproveite mesmo, porque, se você parar pra pensar, o tempo não pára, nem volta, e, infelizmente, não podemos voltar um mísero segundo atrás.
(Lucas de Oliveira Rodrigues)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Vá, prossiga, em frente...
"Não lembrar dos que se foram, não desejar o que não se tem e talvez nem se terá, não discutir, nem vingar-se, temperar tudo isso com chás, de preferência ingleses, cristais de gengibre, gotas de codeína, se a barra pesar, vinhos, conhaques-tudo isso ajuda a atravessar agosto. Controlar o excesso de informações para que as desgraças sociais ou pessoais não dêem a impressão de serem maiores do que são.Pouco me importa ser acusado de alienação. É isso mesmo, evasão, escapismos, explícitos."
(Caio Fernando Abreu)
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